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Brex sold and thoughts on it

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Brex Sold by $5.15 Billion USD

Well, today another reality shock struck me.

I had never heard of this company called Brex, and after seeing some news this morning, I was hit by the insane fact that these two young guys just sold a company for a multi-billion-dollar valuation.

That alone already blew my mind.

So I decided to investigate a little bit more about who these guys were, and honestly, it’s really impressive, especially the story behind Pedro Franceschi.

Pedro Franceschi and Henrique Dubugras - Brex founders

Pedro Franceschi and his curious mind

The first thing I saw about Pedro was a TEDx he did here in Brazil at the age of 13, thirteen years old.

It’s already impressive for a kid to be invited to give a TEDx talk, but what he managed to show in that presentation was even more impressive.

At the age of 12 to 13, he had already done jailbreaking on the latest iPhone 4S. He developed tools like Quick2gPwner and QuickOib that made jailbreaking easier for iPod Touches and other Apple devices at that time.

So basically, the kid was a literal hacker jailbreaking freaking Apple by the age of 12.

By the age of 12, I was probably watching cartoons, but fun fact, the cartoons were in English, so I was kind of doing something useful for myself.

This deep involvement of Pedro in reverse engineering iOS internals was what gave him the spotlight back then.

Before Brex, Pagar.me

Before founding Brex, Pedro was also behind a payments startup here in Brazil called Pagar.me, a Stripe-like payments infrastructure for Brazilian businesses.

Later on, Pagar.me became a major player in Brazil and was eventually acquired by another company called Stone.

Pedro founded Pagar.me at the age of 18 with his partner Henrique Dubugras in 2013. Then, in 2016, the company was sold to Stone.

The sale value is not publicly available, but estimates say it was something around tens of millions of dollars.

After the sale, he moved to the U.S. to study at Stanford University.

So the kid was already a millionaire by the age of 20 and still wanted to graduate from college.

I find that really interesting because he already had a lot of baggage. In my mind, he wouldn’t need any college education. He had already built an empire all by himself.

But that’s where things get interesting.

Both Pedro and Dubugras were at Stanford and dropped the freaking college to build another startup and, believe it or not, they built it in 2017.

Only one year after selling Pagar.me and entering university, they dropped out and built another startup.

Henrique Dubugras and his curious mind

I didn’t do a full deep research about Henrique, but what I saw is that he has been Pedro’s partner ever since back in 2013, when they founded Pagar.me.

So basically, the same successful story.

Of course, Henrique has a huge part in software development, idea construction, and pitching their ideas.

About Brex, I read that they are focused on building financial infrastructure for startups and later expanded into enterprise finance tools.

Brex became a freaking unicorn in Silicon Valley, reaching a multi-billion-dollar valuation very fast.

Henrique is not as public-facing as Pedro, so there isn’t much talk about him, but damn, he is a freaking legend too.

My thoughts and the motivation this gave me

This whole story gave me a huge motivation.

I’m trying to build my own startup and, consequently, my own legacy in the world.

Currently, I’m building Rubric, an idea that came from one of the best things I’ve done in the past two years, which was reading.

Reading made me more precise in my thoughts, more organized, and more prepared for long conversations about any topic.

It also gave me knowledge about various subjects, so I thought, damn, maybe I could build an app related to reading.

Then boom, the Rubric app idea came to my mind after some brainstorming sessions and a lot of Notion note-taking.

I must say that I’m really proud of myself for keeping up with such a great project.

I always had difficulty building things and finishing them when they were completely related to me, like app ideas, personal projects, or even this right now, writing my own blog and expressing my own thoughts.

For me, this is a big step forward in my life.

This mindset is already reflecting in my work productivity, my health, and of course, the most important things, my future and my time.

After reading about Brex, Pagar.me, Pedro, and Henrique, all of that gave me even more fire to keep doing what I’m doing and staying focused.

Who knows, maybe in the future I’ll be the next Forbes Under 30.

I’m still 23, so it’s possible, but damn, it’s going to be hard lol.

That’s all, folks.

I’m going to try to be consistent with my posts. As my blog says, it’s YRC Mind, so my thoughts and some of my progress on building my startup are going to live here.

Stay safe, y’all.

Brex vendida por US$ 5,15 bilhões

Hoje mais um choque de realidade me atingiu.

Eu nunca tinha ouvido falar dessa empresa chamada Brex e, ao ver algumas notícias hoje de manhã, fiquei impressionado com o fato insano de que dois caras tão jovens venderam uma empresa por um valuation de múltiplos bilhões de dólares.

Isso já foi o suficiente pra me deixar bem impressionado.

Então decidi investigar um pouco mais sobre quem eram esses caras e, sinceramente, é tudo muito impressionante, principalmente a história do Pedro Franceschi.

Pedro Franceschi e Henrique Dubugras - fundadores da Brex

Pedro Franceschi e sua mente curiosa

A primeira coisa que vi sobre o Pedro foi um TEDx que ele fez aqui no Brasil aos 13 anos, treze anos de idade.

Já é impressionante uma criança ser convidada para dar uma palestra no TEDx, mas o que ele conseguiu apresentar ali foi ainda mais impressionante.

Com apenas 12 ou 13 anos, ele já fazia jailbreak no iPhone 4S, que era o modelo mais recente na época. Ele desenvolveu ferramentas como o Quick2gPwner e o QuickOib, que facilitavam o jailbreak de iPods Touch e outros dispositivos da Apple naquele período.

Ou seja, basicamente, o garoto era um hacker literal quebrando a segurança da Apple aos 12 anos de idade.

Aos 12 anos, eu provavelmente estava assistindo desenho, mas um fato curioso é que os desenhos eram em inglês, então eu estava fazendo algo minimamente útil para mim mesmo.

Esse envolvimento profundo do Pedro com engenharia reversa e com os internals do iOS foi o que colocou ele em evidência naquela época.

Antes da Brex, a Pagar.me

Antes de fundar a Brex, o Pedro também esteve por trás de uma startup de pagamentos aqui no Brasil chamada Pagar.me, uma infraestrutura de pagamentos no estilo da Stripe para empresas brasileiras.

Com o tempo, a Pagar.me se tornou um grande player no Brasil e acabou sendo adquirida por outra empresa chamada Stone.

O Pedro fundou a Pagar.me aos 18 anos de idade, junto com seu parceiro Henrique Dubugras, em 2013. Em 2016, a empresa foi vendida para a Stone.

O valor da venda não é público, mas estimativas apontam algo na casa de dezenas de milhões de dólares.

Após a venda, ele se mudou para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford.

Ou seja, o cara já era milionário aos 20 anos e mesmo assim decidiu cursar uma faculdade.

Eu acho isso muito interessante, porque ele já tinha muita bagagem. Na minha cabeça, ele não precisaria de nenhuma formação acadêmica. Ele já tinha construído um império praticamente sozinho.

Mas é aí que a história fica ainda mais interessante.

Tanto o Pedro quanto o Dubugras estavam em Stanford e largaram a faculdade para construir outra startup e, pasmem, eles fizeram isso em 2017.

Apenas um ano depois de vender a Pagar.me e entrar na universidade, eles largaram tudo e começaram outra empresa.

Henrique Dubugras e sua mente curiosa

Não fiz uma pesquisa tão profunda sobre o Henrique, mas o que deu para perceber é que ele é parceiro do Pedro desde 2013, quando fundaram a Pagar.me.

Ou seja, basicamente a mesma história de sucesso.

Claro que o Henrique teve e tem um papel enorme no desenvolvimento de software, na construção das ideias e também na forma como essas ideias foram apresentadas e vendidas.

Sobre a Brex, li que eles começaram focados em construir infraestrutura financeira para startups e depois expandiram para ferramentas financeiras voltadas a empresas maiores.

A Brex se tornou um unicórnio no Vale do Silício muito rapidamente, alcançando um valuation de vários bilhões de dólares.

O Henrique não é tão público quanto o Pedro, então se fala menos sobre ele, mas, sinceramente, ele também é uma lenda.

Meus pensamentos e a motivação que isso me trouxe

Toda essa história me trouxe uma motivação enorme.

Eu estou tentando construir minha própria startup e, consequentemente, meu próprio legado no mundo.

Atualmente, estou construindo o Rubric, uma ideia que nasceu de uma das melhores coisas que fiz nos últimos dois anos, que foi ler.

A leitura me deixou mais preciso nos meus pensamentos, mais organizado e mais preparado para conversas longas sobre qualquer assunto.

Ela também me trouxe conhecimento sobre diversos temas, então pensei, caramba, talvez eu consiga criar um aplicativo relacionado à leitura.

E então, boom, a ideia do Rubric surgiu depois de algumas sessões de brainstorming e muitas anotações no Notion.

Tenho que dizer que já estou muito orgulhoso de mim mesmo por conseguir me manter fazendo um projeto tão grande assim na minha vida.

Sempre tive dificuldade em começar e, principalmente, finalizar coisas quando elas eram totalmente pessoais, como ideias de aplicativos, projetos pessoais ou até isso aqui agora, escrever meus próprios textos e expor meus pensamentos.

Para mim, isso representa um grande avanço na minha vida.

Essa mentalidade já está refletindo na minha produtividade no trabalho, na minha saúde e, claro, nas coisas mais importantes, que são meu futuro e meu tempo.

Depois de ler sobre a Brex, a Pagar.me, o Pedro e o Henrique, tudo isso acendeu ainda mais essa chama em mim para continuar fazendo o que estou fazendo e mantendo o foco.

Quem sabe no futuro eu não seja o próximo Forbes Under 30.

Ainda tenho 23 anos, então é possível, mas vai ser difícil pra caramba.

É isso.

Vou tentar manter consistência nos posts. Como o nome do blog já diz, isso aqui é o YRC Mind, então meus pensamentos e parte do meu progresso na construção da minha startup vão morar aqui.

Se cuidem.